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Regulamento Liga Cartola Seven Sky Sports

Regulamento Liga Cartola Seven Sky Sports

REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO DA LIGA SEVENSKYSPORTS 2018

1. DO PERIODO DE INSCRIÇÃO
1.1. A Liga SEVENSKYSPORTS  2018 terá início na 1ª rodada (14/04/2018) e durará até a última rodada do Brasileirão 2018, a 38ª Rodada (02/12/2018).
1.2. As rodadas mensais e suas pontuações serão TODAS de acordo com a organização do CARTOLA F.C, no site do GLOBOESPORTE.COM.

2. DA PARTICIPAÇÃO
2.1. Poderão participar da Liga SEVENSKYSPORTS 2018, qualquer pessoa desde que efetue o pagamento,QUE ESTA ANO SERÁ de (R$50,00) o que dará direito a competir com um time, caso queira participar com mais de uma equipe poderá, efetuando o pagamento da taxa de R$50,00 por times que gostaria de competir.
2.2. O período de inscrição na Liga é até 10/04/2018. 
2.3. Depois de feito o pagamento, será enviado o convite da Liga privada! e mensalmente das Ligas Mata-Mata( haverá uma por mês)


3. DO PAGAMENTO
3.1. O pagamento será efetuado pela Seven Sky Sports  responsável pelo gerenciamento da liga. O pagamento poderá ser feito via depósito ou transferência bancária no bancos CAIXA, BANCO DO BRASIL, SANTANDER E ITAU, que iremos disponibilizar via WHATSAPP aos inscritos na Liga, também pode ser solicitado o boleto Bancário ou pagamento via PagSeguro
3.2. Ao realizar o pagamento, o cartoleiro concorda com todos os termos citados neste regulamento.
3.3. O valor que o cartoleiro terá que pagar é a taxa de participação de R$50,00 que será valido para o CAMPEONATO TODO
3.4. SERÁ CRIADO NOVO GRUPO NO WHATSAPP, DE ACORDO O PAGAMENTO SERÁ INSERIDO NO GRUPO DA LIGA!

4. DA PREMIAÇÃO
4.1. Ranking Para os Melhores do Turno: será definido até qual colocação iremos pagar os melhores do turno de acordo a quantidade de cartoleiros COM RATEIOS PERCENTUAIS
4.2. Ranking Mensal: ao fim das rodadas mensais (obedecendo ao calendário de rodadas do Cartola F.C), o maior pontuador mensal da Liga será premiado.
4.3. Ranking Por Rodada: Para o cartoleiro que fizer a maior pontuação da rodada.
4.4. Mito do Turno: Para o cartoleiro que fizer a maior pontuação dentro do turno.
O prêmio em dinheiro para os itens acima será divulgado de acordo a quantidade de cartoleiros!
As premiações serão pagas em até 5 dias uteis para o vencedorde acordo com o vencedor.


6. OUTROS
6.1.  As regras da nossa Liga são iguais às regras de qualquer outra liga privada do Cartola F.C.
6.2.TODA A PREMIAÇÃO SERÁ PAGA DE ACORDO COM AS CLASSIFICAÇÕES DO SITE DO CARTOLA F.C.
6.3. As premiações referente ao RANKING MENSAL, TURNO,MÊS E POR RODADA, serão divulgadas através do grupo WhatsApp da liga.
6.4.   A PREMIAÇÃO FINAL SERÁ ADICIONADA A ESTE REGULAMENTO APÓS O ÚLTIMO DIA DE INSCRIÇÕES (10/04/2018). 



7.  CODIGO DE CONDUTA (WHATSAPP)
7.1. Somente assuntos sobre o cartola e afins poderão ser tratados nas mídias sociais
7.2. Fica expressamente proibido:
A. Brincadeiras de caráter ofensivo, discriminatório ou qualquer tipo de manifestação que agrida os princípios básicos que regem o respeito entre os participantes;
B. Imagens, gifts, anúncios, qualquer tipo de imagem erótica ou pornográfica ou qualquer outra forma de expressão que não seja sobre CARTOLA.
 7.4. QUALQUER UM QUE INFRINGIR O CODIGO DE CONDUTA SERÁ EXCLUIDO DA LIGA SEM DIREITO A DEVOLUÇÃO DE VALORES PAGOS.

8. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
8.1     QUALQUER ATO OMISSO DEVE SER REPORTADO VIA CANAIS DE COMUNICAÇÃO

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1ª Copa ASES de Futebol Feminino

1ª Copa ASES de Futebol Feminino

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Notícias

Virada Cultural 2016

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Paulínia realiza seletiva para futsal dos Regionais

Paulínia realiza seletiva para futsal dos Regionais

futsal_2016

 

A Secretaria Municipal de Esportes de Paulínia realiza no dia 23 de maio uma seletiva de Futsal para os Jogos Regionais 2018. Poderão participar os atletas da categoria sub-20, nascidos em 1998, 1999 e 2000. 

A seletiva terá início a partir das 19h, no Ginásio de Esportes Agostinho Favaro, localizado na Avenida João Aranha, 2.120. Os atletas interessados deverão comparecer com calção, meião, tênis e RG original. Os Jogos Regionais serão realizados no período de 17 a 28 de julho, em de Santa Barbara D´Oeste.

Serviço:

Seletiva Futsal – Jogos Regionais – Categoria: Sub20 – Nascidos em 98, 99 e 00

Dia: 23 de Maio
Horário: 19h
Local: Ginásio de Esportes João Aranha

Comparecer com calção, meião, tênis e RG original

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Eventos Realizados

Seven Sky Futsal Cup 2018

Competição deste semestre para os apaixonados no Futsal Campineiro e Região Confira no link de inscrição( copie e cole em seu navegador)- Google Docs https://goo.gl/forms/XXQWcnCc62A8EPyB2

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Lucas Moura organiza Camp para jovens durante as férias

Lucas Moura organiza Camp para jovens durante as férias

O meia Lucas Moura, do Tottenham, aproveitará o período da Copa do Mundo para promover uma clínica de treinamento para jovens de 10 a 18 anos de idade. O atacante não foi lembrado por Tite e, por isso, estará de férias durante boa parte da disputa do Mundial.

O Football Camp Brazil by Lucas Moura foi idealizado pelo staff do jogador, tem o apoio técnico da agência HTS e contará com ações dos patrocinadores de Lucas, Adidas e Gatorade, além da Bridgestone e do resort Royal Palm Plaza, em Campinas (SP), que será a sede do acampamento de férias. A divulgação e a cobertura ficarão por conta do canal Desimpedidos.

Entre os dias 29 de junho e 1° de julho, Lucas dará aulas para os jovens. Nos treinamentos, haverá a participação de profissionais. Os garotos passarão por um modelo exclusivo de preparação, que alia os aspectos físicos, técnicos e educacionais, com Lucas sendo o carro-chefe da ação.

“É um evento que tem como objetivo a interação, divulgar o conhecimento e atividade física e fisiológica entre os participantes. Me sinto honrado em poder participar e dar voz a esse movimento. Serão três dias de muito aprendizado não só para eles mas certamente para mim também”, afirmou o jogador.

O projeto ainda promete palestras com representantes da Adidas, da Gatorade e da própria HTS no auditório do resort. Campeonatos de truco e sinuca, este com o lendário Rui Chapéu, e sala de games também farão parte da programação do Camp.

“Depois de muito brainstorming, chegamos ao formato Football Camp Brazil, que visa integrar o conceitual da HTS com sua metodologia de treinamento e um index de avaliação física e técnica juntamente com a prática do futebol do Lucas Moura, que vive todos os dias a realidade do futebol em seu mais alto e elevado nível em seu clube na Inglaterra. Além disso, esperamos nesses três dias integrar a família com atividades que unem os pais e os filhos, como torneio de sinuca, truco, futmesa e o famoso futebol com os pais, tudo isso acompanhado do Lucas”, revelou Junior Pedroso, sócio da 4 Comm Marketing & Career Management e idealizador do projeto.

A inscrição pode ser feita até o dia 28 de junho no site www.footballcampbrazil.com. Atualmente, a HTS já levou cerca de 25 garotos para jogar nos EUA com bolsa de estudos.

Original: http://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/lucas-moura-organiza-camp-para-jovens-durante-as-ferias_34712.html#ixzz5Jjod6B9r

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O verdadeiro circuito de tênis não tem dinheiro ou glamour

O verdadeiro circuito de tênis não tem dinheiro ou glamour

Para a grande maioria das pessoas o circuito de tênis é feito de grandes nomes, torneios incríveis e muito dinheiro em jogo. Ao sentar na frente da televisão e assistir a final de Wimbledon os pais e fãs imaginam seus filhos ou amigos jogando um grande torneio desses ou quem sabe assistir esse evento in loco.

O que a maioria não sabe é o perrengue que os tenistas passam para chegar nesse estágio. Torneios largados, pouco ou nada de dinheiro, tentando achar hotéis baratos, viagens em trem. Muitos já dormiram em estação, tiveram que jogar torneios de dinheiro no meio da gira e a grande maioria joga interclubes nos países para conseguir ganhar um dinheirinho extra e continuar seu sonho de tenista.

Vejo como grandes lutadores os tenistas que suportam essa provação. Enquanto os pais e amigos dizem que a idade já está avançada e que o tenista deveria estar em um escritório garantindo seu futuro, o tenista corre atrás do seu verdadeiro sonho. Sem dúvida esse é o maior desafio do tenista. Saber até quando deve tentar o seu sonho. Se por um lado a vida é de cada um e ninguém tem direito de te dizer o que você deve fazer, o tenista não tem certeza se está no caminho certo e se está forçando uma barra e apenas participando dos torneios. Sem falar que hoje vivemos muito mais o que os outros pensam do que o que nós queremos.

Conheço muitos casos de tenistas que com 25, 27 ou 29 anos tiveram um ano legal e começaram a jogar muito bem tênis. Com isso sua carreira decolou e a partir desse torneio virou um jogador do seleto grupo dos que recebem para jogar. E não paga para jogar. Antes disso perderam muito e por muitas vezes quase pararam. Na sua grande maioria brigaram contra tudo e todos e tiveram que se virar sozinhos com dinheiro e planejamento de carreira.

Ser tenista é muito complicado. O caminho é muito espinhoso e vai derrubando sonho a cada dia. Não existe formula, por isso, somente o trabalho duro e a resiliência te dá à certeza que você pode ser o próximo. Vejo muitos pais, técnicos e experts do nosso esporte teimando em dizer que este ou aquele não vai chegar. Sabe quem tem esse poder de dizer até onde o jogador vai? Ele mesmo. No seu dia a dia e na sua vontade.

A escolha por ser tenista nem sempre é ter o jogador nos grandes eventos. Tenista não é apenas o que vence torneio grande. Infelizmente vivemos uma sociedade onde apenas o campeão é respeitado. Se para muitos o vice é o melhor dos últimos, imaginem um jogador que luta até o final sua de carreira com poucos resultados como é rotulado. Aqui vale uma ressalva. Existe uma diferença enorme entre o jogador que fica no circuito e faz sua carreira passeando pelo mundo com os pais bancando e existe o jogador que treina, luta, vive do esporte e ainda não conseguiu seus objetivos. O primeiro precisa parar de jogar. O segundo tem todo o direito de continuar lutando e precisa ser respeitado.

Como disse antes, não há formula. Existe o trabalho bem feito, a cabeça aberta para entender rapidamente a maneira de jogar, ser totalmente intolerante com a derrota e mais importante de tudo. Sua profissão tem que ser mais importante que tudo. Muitas vezes ela vem antes da família, dos amigos e da namorada. Se pensar assim. Existe uma chance de sair desses torneios que ninguém quer jogar e dar um passo maravilhoso para o melhor do tênis.

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Fim do EI mostra que não há mercado para tanto esporte na televisão

Fim do EI mostra que não há mercado para tanto esporte na televisão

O fim dos canais lineares do Esporte Interativo pega de surpresa o mercado e deixa aquela sensação apocalíptica que acompanha cada novo corte em empresas de mídia. Mas a realidade é que um país com cinco diferentes donos de 12 canais esportivos não existe.

A não ser no Brasil…

Com uma crescente concorrência entre grandes grupos de mídia, era praticamente inviável pensar na sustentabilidade de um projeto como o do Esporte Interativo, com dois canais e pouquíssimos produtos para preencher a grade de programação. 

Após a Turner assumir a liderança dos negócios, o leque de opções se abriu, e a solução tomada agora parece colocar a empresa num patamar que pode vir a ser bastante interessante para o seu futuro, apesar do baque sofrido neste instante.

Na segunda-feira, o mercado de jornalismo havia lamentado o encerramento de oito títulos da editora Abril. Em meio às lamentações, muita gente reclama que a empresa ficou parada no tempo, sem reinventar o negócio da revista, o que praticamente obrigou a essa tomada de decisão.

O que a Turner faz agora é antecipar-se aos novos tempos, evitando o mal de muitas empresas de mídia, que é se prender e se perder no passado glorioso. 

Para uma empresa que tinha dois canais e apenas uma grande competição de apelo popular (a Liga dos Campeões da Europa), ser uma emissora não faz sentido. Já usar essa competição para fortalecer TNT e Space parece ser uma decisão que garante uma sobrevida numa TV por assinatura com cada vez menos assinantes.

Em vez de dois canais específicos de esportes, a Turner passa a ofertar ao público dois bons eventos e mais um programa diário com essa temática em canais com vários tipos de conteúdos e um alcance maior de pessoas. Isso garante alto potencial de venda de anúncio para um “pacote futebol” com custos muito mais baixos.

O fato é que não existe mercado para tanto canal de TV com programação só de esporte. Nem os Estados Unidos, com suas ligas e investimentos milionários, sustentam tantos canais. Por que o Brasil deveria ser capaz de manter tantas empresas assim?

Por motivos culturais, sonhamos com um mundo em que as empresas precisam manter suas operações mesmo que não consiga obter resultado financeiro com isso. Ver muita gente ser demitida é péssimo, mas olhando bem, não tem sentido ter dois canais de TV se você não conseguir preenchê-los com conteúdo que seja atrativo tanto para o público quanto para o anunciante. É preciso reduzir a operação e faturar.

Além disso, o mercado de streaming no Brasil começa a se aquecer e deve tomar outro vulto neste segundo semestre com o início das transmissões da Liga dos Campeões da Europa pelo Facebook (em parceria, não por acaso, com o Esporte Interativo), com a LaLiga sendo transmitida só no aplicativo da Fox e com a venda direta do pacote de pay-per-view do Campeonato Brasileiro pelo Grupo Globo. Isso sem falar nas ofertas já disponíveis de streaming pela ESPN e pelo próprio EI.

O mercado americano mostra que a TV paga está começando seu processo de substituição pelos aplicativos de venda direta ao consumidor. É um novo jeito de fazer televisão. Daqui 15 anos, as emissoras que não se prepararem para isso estarão encerrando operações, tal qual a editora Abril faz hoje no segmento de revista.

O que o Esporte Interativo fez, agora, foi antecipar esse movimento.

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Competição global das marcas de material esportivo

Competição global das marcas de material esportivo

As maiores empresas do planeta Nike, adidas, Under Armour e Puma disputam uma feroz competição pelo coração dos fãs de esporte globalmente.

Atualmente no mundo, o faturamento do setor de varejo esportivo é de US$ 260 bilhões. Deste total, US$ 82 bilhões são vendas de material e equipamento esportivo.

EUA e Europa concentram cerca de 75% do volume global. A América Latina apenas 6% das vendas. O mercado global evoluiu muito nas últimas décadas, puxado pela força dos EUA e mercados chave como a China.

A Nike lidera o mercado com vendas em 2017 de US$ 34,4 bilhões, bem à frente das demais.

A adidas encerrou o ano passado com faturamento de US$ 24 bilhões, Under Armour US$ 5 bilhões e Puma US$ 4,7 bilhões. Juntas representam um faturamento de US$ 68 bilhões, ou 83% do mercado global.

Vendas – US$ bilhões

Tradicionalmente a alemã, adidas, sempre foi a maior empresa de material esportivo do planeta. Este posto somente foi perdido com o crescimento da Nike.

A empresa norte-americana cresceu de forma muito contundente e já há muito tempo figura no topo do ranking global de vendas. A adidas conseguiu reduzir um pouco a diferença para a rival, com a aquisição da Reebok em 2006. Naquele ano a companhia das três listras viu seu faturamento crescer 52%.

Já a alemã Puma que figurava na terceira posição global, caiu para a quarta posição, com a ascensão impressionante da norte-americana Under Armour.

A Under Armour em 2002 faturava US$ 50 milhões enquanto a Puma US$ 900 milhões.

Investimento em marketing, o grande diferencial

Um dos pontos fundamentais para o desenvolvimento das vendas das empresas é o pesado investimento em marketing esportivo.

As empresas aquecem a demanda por suas marcas, quanto mais investem em estratégias de marketing e comunicação.

Patrocínios a atletas, times, eventos e diferentes competições são fundamentais para a construção de seus projetos de branding.

 Verbas de marketing – US$ bilhões

Embora o faturamento da Nike seja bem superior ao da adidas, o investimento de marketing esportivo das companhias é bem próximo. Puma e Under Armour investem o mesmo valor atualmente.

Juntas investiram US$ 7,6 bilhões em marketing em 2017.

Nike, o benchmark do mercado

O mercado de material esportivo mundial tem um grande destaque, a Nike. A empresa conseguiu criar um império global de vendas, de basquete a futebol, de running a golfe.

Running e training dominam suas vendas por modalidade. Chama muito atenção as vendas da marca Michael Jordan, mais de US$ 3 bi, ou 9% do faturamento da companhia. Já o futebol vem apresentando queda nas receitas nos últimos anos.

Em termos de lucros nenhuma empresa chega perto da Nike. Enquanto a Nike sozinha atingiu US$ 4,2 bi de lucro líquido em 2017, a soma dos lucros da adidas, Under Armour e Puma somaram US$ 1,3 bi.

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Notícias

Campeonato de Kart Amador 2018

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Confira a tabela da Seven Sky Cup 2018

Confira a tabela da Seven Sky Cup 2018

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Eventos Realizados

Liga Cartola Seven Sky 2020

Confira no Link a inscrição   https://forms.gle/VXytqTTrSiXTKivh9 Premiações por rodada Premiações de até R$ 2.000,00 Confira! Compartilhe esse texto: Share on facebook Facebook Share on telegram Telegram

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Liga Cartola Seven Sky 2019

Liga Cartola Seven Sky 2019

Premiacões em todas as rodadas

Liga Existente a 3 anos com varias premiações e matas-matas
Inscrições:  R$ 50,00 por time
Pagamento até 15/04 -Aceitaremos cartão de credito e boleto com encargos e PagSeguro e tranferencias bancárias

Premiações em todas as rodadas e para os vencedores dos turnos e para o vencedor do ano

Premiação será de acordo com o volume de inscritos

https://api.whatsapp.com/send?phone=5519974050876
 

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Dono da Centauro compra Nike no Brasil e será único distribuidor da marca

Dono da Centauro compra Nike no Brasil e será único distribuidor da marca

 

O Grupo SBF, dono da varejista Centauro, comprou a operação brasileira da Nike no Brasil. Com isso, a empresa torna-se distribuidora exclusiva dos produtos Nike no varejo online e físico no país por um período de dez anos.

O negócio custará à Centauro 900 milhões de reais. O valor está sujeito a ajuste, conforme a empresa informou em fato relevante divulgado ao mercado. A compra inclui quotas de capital social da Nike e capital de giro (incluindo o estoque e lojas), mas não direitos de propriedade intelectual.

Agora, o Grupo SBF atuará como uma holding, com a Centauro e a Nike do Brasil como unidades de negócios separadas. Pedro Zemel, presidente da Centauro, assume como presidente da holding.

A empresa afirmou em comunicado que é uma parceira de longa data da Nike. A marca americana, especializada em artigos esportivos, tem 24 lojas no Brasil e 15 lojas de parceiros. “Nos últimos anos, fizemos uma série de investimentos em diversas frentes e, principalmente, em tecnologia e multicanalidade, o que nos possibilitou avançar expressivamente no nosso setor e nos transformar em uma plataforma do esporte. Estamos muito entusiasmados com a oportunidade de servir ainda mais a comunidade esportiva por meio de uma marca tão poderosa. Seguimos comprometidos com a missão de aprimorar o ecossistema do esporte no nosso país através de diferentes caminhos e modelos de negócios”, disse Zemel em comunicado.

Com a notícia, as ações do Grupo chegavam a subir quase 12% na bolsa por volta das 11h30. Ao meio-dia, a alta era de 11%.

O que a Centauro tem a ganhar

A compra é vista como uma parceria estratégia por especialistas em varejo. “A Centauro será fornecedora de todo mundo que quiser comprar Nike, que é a marca predileta dos brasileiros. E ainda vai ter o privilégio de fazer lançamentos de produtos e categorias na plataforma deles. É uma grande sacada”, afirma Ana Paula Tozzi, CEO da AGR Consultores. Com a compra, a Nike do Brasil passa a ter, através da Centauro, maior controle sobre os dados de seus clientes, ponto cada vez mais importantes para as marcas no varejo.

O movimento não é isolado. Recentemente, a marca de calçados Arezzo comprou a operação da Vans no Brasil por 50 milhões de reais. Uma das vantagens desse tipo de acordo é a transferência da operação de uma marca global para um player local, melhorando a proximidade dessa operação com o cliente brasileiro. Esse é um dos principais pontos de alerta para as marcas concorrentes da Nike, na visão de Mauro Nomura, master franqueado da Adidas no Brasil. “A gestão da Nike no Brasil ficará mais ágil e a marca deve ganhar valor, esse deve ser o principal impacto para as concorrentes”, diz.

A Centauro vinha de uma novela que marcou o ano de 2019 no varejo, quando a varejista disputou (e perdeu) a compra da concorrente Netshoes com o Magazine Luiza. A Netshoes, que quase quebrou após sucessivos prejuízos, terminou vendida ao Magalu por 115 milhões de dólares. A Centauro chegou a fazer uma oferta maior, de 127 milhões de dólares, mas a proposta foi rejeitada — à época, EXAME apurou que havia uma resistência do fundador da Netshoes, Marcio Kumruian, em vender sua empresa para a principal concorrente.

Desde então, a Centauro vem fazendo a lição de casa para mostrar que é capaz de vencer no varejo mesmo sem a Netshoes. Uma das principais movimentações veio em outubro, quando a empresa anunciou parceria com a B2W (dona de Submarino, Americanas.com e Shoptime) para vender seus produtos no site da Americanas.com, mas com logística e plataforma próprias — o que a empresa chamou de um “marketplace diferenciado”. No dia do anúncio, as ações da Centauro chegaram a subir 5%, com os analistas animados pela exposição na vitrine online da Americanas.

A Centauro também vem sendo elogiada por um bom trabalho no multicanal, com boa integração entre lojas físicas e comércio eletrônico. Tudo isso fez os investidores continuarem apostando na empresa, cujas ações subiram mais de 250% desde que a empresa abriu capital na bolsa, em abril: a ação estreou a 12,20 reais na ocasião e agora, pouco mais de oito meses depois, fechou o pregão desta quarta-feira 5 a 43,40 reais.

Fonte: https://exame.abril.com.br/negocios/centauro-compra-a-nike-no-brasil-e-tera-distribuicao-exclusiva-da-marca/?fbclid=IwAR2yTjrOtZOt63G8rpFa-1vC4b74_sIu6VUWa5XMLt08vxA_hx_jpTnZ8yU

 
 

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